No mundo da tradução literária, o "QI" (quem indica) é quase sempre o que mais importa

Tradutor técnico que virou tradutor literário, Axel Alonso fala um pouco sobre o trabalho no mundo dos livros: 

"Pela minha experiência, tudo depende de quem você conhece, pelo menos quando você está começando. Se você tem sorte e conhece alguém que trabalha em uma editora e confia nas suas habilidades, você tem muita chance de começar a receber trabalho rapidamente, por recomendação. Fica difícil entrar com tudo, por assim dizer, se ninguém nunca trabalhou com você. As editoras têm um círculo muito pequeno de tradutores em quem confiam e não querem se arriscar trabalhando com desconhecidos. Agora, depois que você entra, a responsabilidade de continuar lá é sua: tem que fazer um bom trabalho, entregar na data e ser o mais profissional possível. Estou trabalhando no ramo há quatro anos e agora estou prestes a alcançar certa estabilidade e a rotina confortável que eu espero merecer."

Entrevista completa [em espanhol] no blog Schettin.com